Segundo especialistas, tanto os músicos quanto os demais agentes envolvidos na cadeia de exploração e divulgação do funk “Helicóptero”, podem responder civilmente
A formatura de alunos do 3º ano do ensino médio do Colégio Madre de Deus, em Olinda (PE), tinha tudo para ser um momento especial para pais e filhos. No entanto, virou um pesadelo após o DJ contratado para a festa tocar um funk que faz apologia explícita ao feminicídio. A música “Helicóptero” possui teor sexual e violento e já havia sido tocada pelo menos duas vezes no evento antes de o pai de um dos alunos subir ao palco e interromper a apresentação do DJ responsável pela seleção.
Advogados criminalistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que músicos e “demais agentes” podem, em tese, responder civilmente se participarem da cadeia de exploração e divulgação (financiamento, marketing, distribuição) de canções que façam apologia ao crime; e também podem ser responsabilizados penalmente, se houver elementos de participação e dolo (intenção).
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