O perigo maior é permitir que episódios legítimos de indignação sejam instrumentalizados para acelerar agendas regulatórias maximalistas
Por Alexander Coelho*
A recente mobilização de entidades pedindo o banimento do Grok, ferramenta de inteligência artificial vinculada à plataforma X, sob o argumento de que estaria gerando imagens sexualizadas, inclusive envolvendo menores, reacende um velho vício do debate regulatório brasileiro: reagir a problemas reais com soluções juridicamente frágeis e simbolicamente barulhentas.
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