Regular a inteligência artificial exige proteger direitos fundamentais, assegurar segurança jurídica e preservar a competitividade tecnológica do país Ainteligência artificial deixou definitivamente de ser uma promessa futurista. Ela já estrutura decisões econômicas, influencia comportamentos sociais, molda fluxos de informação e, cada vez mais, impacta processos políticos. Diante dessa aceleração, 2026 desponta como um ano decisivo…