Francielli Kretchmer, 41, buscava emprego quando recebeu uma proposta por meio do LinkedIn: foi convidada a fazer uma entrevista presencial em uma suposta agência de RH. O que ela não sabia é que, mais tarde, os dados e até a biometria facial dela seriam usados para o financiamento de um carro de R$ 180 mil em seu nome.
Uma pessoa se passando por recrutador entrou em contato com ela por uma plataforma de mensagens e ofereceu uma entrevista para assistente financeiro. O que chamou atenção dela foi a quantidade de benefícios que a suposta empresa prometia.
Fonte: UOL